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IMPORTÂNCIA DA AUTO-ESTIMA
Fator indispensável no desenvolvimento da
leitura e da escrita
Pr.
Suedem Alceno Medeiros
Formado
em Pedagogia pela Fundação
Universidade do Tocantins, com
Especialização em Psicopedagogia pela
Eadcon, com formação Teológica pelo
ITQ – Instituto Teológico
Quadrangular, reside em Araguaína-TO - Funcionário Público Estadual – SESUS.
E-mail:
pr.suedem@gmail.com
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Resumo:
O objetivo primordial deste artigo é refletir a cerca da importância
do aluno ser incentivado a descobrir seus
potenciais em relação ao acesso à aprendizagem
de leitura e escrita no âmbito da sala de aula.
Nesse sentido, o professor precisa recorrer aos
conhecimentos didáticos e pedagógicos de forma
reflexiva para descobrir como elevar a auto-estima
do educando como objetivo de fazê-lo compreender
que a capacidade de aprender é algo que todos têm,
e que ela se desenvolve a partir da busca da
aprendizagem. A prática pedagógica para
desenvolver a auto-estima da criança precisa
apresentar ações que sejam relacionadas coma vivência
cotidiana do aluno, considerando seus
conhecimentos assimilados fora do espaço escolar
como aprendizagem importante para a construção
do conhecimento escolar. É na sala de aula que o
professor tem a oportunidade de mostrar ao aluno
que a vida comum fora do espaço escolar é também
um aprendizado significativo para sua formação
intelectual, pessoal e coletiva.
Palavras-chave: leitura; escrita; prática pedagógica; professor;
aluno e auto-estima.
1. INTRODUÇÃO
É comum em escolas da rede pública,
principalmente em salas das séries iniciais do
Ensino Fundamental, haver alunos que estão na
sala de aula, mas que não apresentam nenhum
interesse em realizar as atividades propostas pelo
professor. Sempre estão indisciplinados e de
certa forma acabam prejudicando o desenvolvimento,
inclusive, dos outros colegas.
Outro fator que também paralelo a este
ocorre, diz respeito à postura pedagógica do
professor. Percebe-se que, a questão do professor
apresentar uma
prática pedagógica que chame a atenção do
aluno, continua sendo a grande problemática da
escola em relação ao favorecimento de uma
aprendizagem significativa.
É, sem
dúvida, imprescindível que para o aluno
participar ativamente das propostas de atividade
que o professor leva para sala de aula, elas têm
de ser embasadas em metodologias que estimulem ao
aluno a participar da aula.
A
auto-estima para ser efetivada, a ação docente
precisa se dá conta de que, para a aprendizagem
ser concretizada, a prática pedagógica do
professor deve proporcionar atividades que tenham
sentido para o aluno.
É importante ressaltar que, a auto-estima
para ser um fator que estimule o aluno a ler e
escrever, o professor precisa compreender como
trabalhar com os conteúdos e relacioná-los com a
realidade da turma. Esta é uma aprendizagem
significativa. Os textos, por exemplo, precisam
ser sobre o universo das crianças, na mesma
proporção, a produção da escrita.
Importa para que o professor trabalhe bem
na sala de aula que ele conheça de perto a própria
prática pedagógica, como agir junto aos alunos
que apresentam determinadas dificuldades. De posse
do conhecimento sobre educação e sobre a importância
de colocar o aluno como sujeito da aprendizagem, o
desenvolvimento, principalmente da leitura e
escrita poderá ser concretizado na escola com
mais facilidade.
2.
IMPORTÂNCIA DA AUTO-ESTIMA
Fator
indispensável no desenvolvimento da leitura e da
escrita
2.1
– NECESSIDADE DE MUDAR – PROFESSOR RENOVADO
As reformas em educação das últimas décadas
apontam uma demanda criteriosa a respeito da
postura do professor em relação à forma pela
qual atua em sala de aula. O que se discute hoje
entre os profissionais e educação sobre essa
questão é que, depende exclusivamente de uma prática
pedagógica de qualidade a formação do aluno
para enfrentar os desafios atuais.
A necessidade de mudar a maneira de
trabalhar os conteúdos em sala de aula não é
uma problemática que a conjuntura educacional
descobriu recentemente, pelo contrário, desde o
início da década de 30, com o manifesto dos
pioneiros da educação que os profissionais
preocupados com uma educação de qualidade e para
todos, vem tentando mudar a realidade da escola em
relação ao ensino-aprendizagem. Segundo Aranha²
sobre essa questão afirma que:
_______________
²
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da educação.
2 ed. – São Paulo: Moderna, 1996.
Devido
ao clima de conflito aberto, em 1932, é publicado
o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova,
encabeçado por Fernando de Azevedo e assinado por
26 educadores. O documento defende a educação
obrigatória, pública, gratuita e leiga como um
dever do Estado, a ser implanta em programa de âmbito
nacional...(p.198)³
Os
problemas do atraso da educação brasileira se
arrastam a anos no país. Entretanto, na década
de 90, as exigências para uma educação de
qualidade invadiram todas as discussões sobre a
questão da necessidade de mudar a prática pedagógica
com o objetivo de melhorar o ensino e que também
essa mudança fosse eficientemente capaz de, além
de permitir o ingresso do aluno das classes
populares na escola, consequentemente, fizesse com
que ele permanecesse estudando. Todas essas exigências
tornaram-se Leis com a Nova LDB – Lei de
Diretrizes e Bases da Educação, n.º 9.394/96
aprovada em 20 de dezembro de 1996.
A
necessidade que a postura educacional tem em tomar
novas atitudes é tão real que o próprio Governo
tem viabilizado o acesso do professor à graduação,
em razão de que, em respostas aos organismos
externos, o Brasil tem até 2007 para formar todos
os professores que atuam na rede pública. Apesar
de muitos professores da rede pública já serem
graduados, a atuação na sala de aula ainda não
permite ao aluno uma aprendizagem significativa e
eficiente.
A
prática pedagógica uma vez bem articulada e
embasada nos pressupostos de que, os conhecimentos
prévios dos educandos devem ser respeitados, sem
dúvida que essa condição propicia ao aluno a
oportunidade de participar do processo
ensino-aprendizagem. Essa postura do professor é
inquestionavelmente uma das exigências das
transformações atuais da educação. Muitos
educadores, entre eles, os que fizeram parte do
Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, já
buscavam essa prática educativa, mas que
felizmente hoje, essa renovação vem sendo
concretizada na rede pública. É verdade que
ainda há muito a ser feito sobre a melhoria do
ensino, a questão do professor perceber que tem
que mudar a prática é apenas um
_______________
³
Esse documento criticava o sistema dual que
destinava uma escola para os ricos e outra para os
pobres, também reivindicava a escola básica única.
Esse manifesto é muito importante na história da
pedagogia brasileira porque representa a tomada de
consciência da defasagem entre educação e as
exigências do desenvolvimento.
primeiro
passo.
Além da questão do atraso dessas reformas
em relação ao desenvolvimento da sociedade, a
valorização do magistério é polêmica.
Financeiramente, o professor continua na luta por
um espaço de melhores condições de trabalho, de
salário entre outros problemas que afetam
diretamente a atuação do professor. No entanto,
esses não podem ser motivos para não apresentar
uma prática pedagógica de qualidade. Porque o
professor que realmente é um educador se preocupa
com a formação do aluno.
Independentemente das problemáticas
externas, o professor precisa impor uma nova
concepção de educação de qualidade em sua prática
educativa. A luta que se trava quanto à qualidade
do ensino, sem dúvida, esta relacionada na busca
do professor procurar atuar de maneira que o aluno
seja o sujeito da ação de aprender, ou seja, as
atividades que são desenvolvidas em sala de aula
precisam estar relacionadas com suas necessidades
reais de aprendizagem. Para Freire
:
Por
isso mesmo pensar certo coloca ao professor ou,
mais amplamente, à escola, o dever de não só
respeitar os saberes com que os educandos,
sobretudo os das classes populares, chegam a ela -
saberes socialmente construídos na prática
comunitária–mas também, como há mais de
trinta anos sugerindo, discutir com os alunos o
ensino dos conteúdos... (p.33).
A auto-estima do aluno só pode emergir se
forem trabalhados na sala de aula, a contextualização
dos saberes cotidianos do aluno com os conteúdos
didáticos. No entanto, é importante que o
professor busque os conhecimentos necessários
sobre como renovar sua prática pedagógica, de
maneira que ele possa trabalhar dentro dessa
perspectiva. O primeiro passo para o professor
renovar sua prática é ter consciência, dessas
exigências pedagógicas. Esse primeiro passo é o
acesso ao conhecimento da concepção de educar.
O ato de educar é uma missão que exige
muito esforço do professor, principalmente em
relação àquele que se limita ao livro didático,
ao espaço restrito da sala de aula e ao
conhecimento adquirido ao longo de sua
_______________
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia – Saberes
Necessários à prática educativa. 24 ed. – São
Paulo.
experiência
profissional e acadêmica. Educar ultrapassa o
objetivo de transmitir conhecimentos.
A pretensão maior da educação renovada
é orientar os alunos a compreenderem o mundo que
os cercam. O professor para proporcionar uma educação,
a qual oriente a criança para compreender as
desigualdades sociais, as injustiças, as
transformações naturais da sociedade devem
ater-se a conhecer, em primeiro lugar, o mundo do
seu aluno. As possibilidades de trabalhar numa
sala de aula onde o perfil sócio-econômico e
cultural dos alunos faz parte das pesquisas, das
quais geram ferramentas ao professor, são muito
mais propiciadoras de aprendizagem.
Conhecer os problemas extra-escolares dos
alunos contribui de forma significativa para
compreendê-lo em suas atitudes em sala de aula. A
partir do momento em que o aluno se sente parte do
processo de ensino-aprendizagem, quando ele
percebe que sua vida familiar assume importância
no trabalho do professor, é natural que sua
resposta enquanto aprendiz seja positiva. É nesse
processo pedagógico que o professor consegue
criar situações de aprendizagem. A interação
entre as dúvidas e curiosidades dos alunos com os
conteúdos didáticos resultam em novas
perspectivas quanto à construção do
conhecimento, uma vez que a escola é mediadora
entre o indivíduo e sua inclusão social. Segundo
Libâneo
:
...A
escola tem, pois, o compromisso de reduzir a distância
entre a ciência cada vez mais complexa e a
cultura de base produzida no cotidiano, e a
promovida pela escolarização. Junto a isso tem
também, o compromisso de ajudar os alunos a
tornarem-se sujeitos pensantes, capazes de
construir elementos categoriais de compreensão e
apropriação crítica da realidade. (pp. 10-11)
Diante
desses compromissos, o professor não pode deixar
de reconhecer a importância dos conhecimentos prévios
dos educandos como ferramentas essenciais para
motivá-los a buscarem condições de acessar os
bens culturais, enfim, de construírem o
conhecimento sobre o mundo, dessa forma poder
questionar e atuar no meio o qual está inserido.
_______________
LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus
professora? Novas exigências educacionais e
profissão docente. – São Paulo: Cortez, 1998.
2.2
– O PROFESSOR COMO EDUCADOR
Alguns
professores têm muita dificuldade em olhar para
seus alunos e enxergar o que se passa com ele. Na
maioria das vezes, sabem explicar o que aprenderam
nas escolas de formação ou nos livros didáticos,
sem levar em conta se aqueles alunos se enquadram
ou não no caso que querem explicar. A
insensibilidade dos professores, da escola e dos
órgãos públicos com relação ao processo de
aprendizagem é patente e geralmente catastrófica
para o ensino.
Em razão dessa postura do professor,
muitos alunos, ou quase todos os alunos da rede pública
sentem-se desmotivados para permanecerem na
escola. Na maioria das vezes, o que o professor
trabalha em sala de aula não tem nenhum sentido
para eles. Para que o aluno seja estimulado a
buscar e construir o conhecimento escolar o
professor precisa ser, ao mesmo tempo, um
educador.
O que mais falta na educação é a figura
do educador. Falta o professor educador que em
primeiro lugar se preocupa em conhecer seus alunos
e só depois diz a eles, de maneira clara, honesta
e adequada, aquilo que os educa, de fato, para a
vida.
O grande trabalho educativo deve voltar às
mãos do professor. Ele precisa ter liberdade de ação
para que se possa exigir dele competência e
desempenho profissional à altura dos ideais da
verdadeira educação. Sem o professor, não há
escola nem tão pouco a educação para todos.
A condição do professor educador é
imprescindível para que o aluno assimile os conteúdos
na sala de aula. As práticas de leitura e escrita
são atividades que solicitam metodologias regadas
pela capacidade pedagógica de fazer do ambiente
da sala um espaço de troca de experiências, de
afetividade. A auto-estima do aluno torna-se nessa
perspectiva, uma necessidade para que possam ser
desenvolvidas suas competências.
2.3
– DESENVOLVIMENTO DA AUTO-ESTIMA DA CRIANÇA
A prática de leitura e escrita tem sido um
dos grandes desafios aos educadores, especialmente
de séries iniciais do Ensino Fundamental. A razão
desafiadora dessa prática é que ela exige que o
professor tenha um conhecimento aguçado sobre a
própria prática pedagógica. A auto-estima do
aluno para ser desenvolvida solicita que o
professor tenha uma postura de educador.
A auto-estima que a criança desenvolve é,
em grande parte, interiorizada da estima que se
tem por ela e da confiança da qual é alvo. Disso
resulta a necessidade de o adulto confiar e
acreditar na capacidade de todas as crianças com
as quais trabalha. Lembrando que, a auto-estima da
criança para ser desenvolvida vai depender
grandemente da forma em que o professor se
comporta em sala de aula, uma vez que ele que
transmite informação às crianças. No ensino da
leitura, por exemplo, o aluno tem grande
possibilidade de gostar de ler se continuamente
perceber que seu professor gosta de ler. E isso
deve ser sempre realizado na sala de aula. Segundo
o PCN
o professor precisa criar condições para formar
alunos leitores. Quanto a esta questão expressa
que dentre muitas dessas condições, a participação
do professor lendo na sala de aula em momentos próprios
para o desenvolvimento do ato de ler é
fundamental, nesse sentido expressa que é necessário:
Organizar
momentos de leitura livre em que o professor também
leia. Para os alunos não acostumados com a
participação em atos de leitura, que não
conhecem o valor que possui, é fundamental ver
seu professor envolvido com a leitura e com o que
conquista por meio dela. Ver também alguém
seduzido pelo que faz pode despertar o desejo de
fazer também. (p. 58).
Não há nenhuma dúvida de que é
fundamental que o professor tenha metodologias de
trabalhos a partir das quais o aluno perceba como
deve agir em determinadas coisas. O professor é
importante criar situações educativas para que,
dentro dos limites impostos pela vivência em
coletividade, cada criança possa ter experiências,
os seus hábitos, ritmos e preferências
individuais. Da mesma forma, ouvir as falas das
crianças, compreendendo o que elas estão
querendo comunicar, fortalecer sua auto confiança.
O processo de construção da autoconfiança
envolve avanços e retrocessos. As crianças podem
fazer birras diante das frustrações, demonstrar
_______________
BRASIL,
Ministério da Educação. Secretaria de Educação
Fundamental.PCN – Parâmetros Curriculares
Nacionais. Volume 02. – Brasília: MEC/SEF,
1997.
sentimentos
de vergonha e medo, necessitando de apoio e
compreensão dos pais e professores. O adulto deve
ter em relação a elas uma atitude moderada,
apoiando-as e controlando-as de forma flexível,
sobretudo segura.
A colaboração entre pais e professores é
fundamental no acompanhamento conjunto dos
progressos que a criança realiza na construção
de sua identidade e progressiva autonomia pessoal,
talvez a questão dessa parceria entre família e
escola é que está um dos maiores problemas do
desenvolvimento da criança.
É importante e necessária, a preocupação
em demarcar o espaço individual no coletivo para
que a criança tenha noção de que sua inserção
no grupo não anila sua individualidade. Isso pode
se fazer presente, por exemplo, na identificação
dos pertences pessoais. E contrapartida, trabalhar
o reconhecimento e identificação das outras
crianças é também um objetivo importante,
porque favorece a formação do sentimento de
grupo.
Portanto, para que o professor desenvolva
junto ao aluno sua auto-estima, sem hesitar,
precisa trabalhar com planejamento, porque este o
induz a estudar como realizar as ações em sala
de aula, fator que promove ao professor, sua
competência didática, bem como o conhecimento
aguçado sobre como agir nas diversas situações
de ensino-aprendizagem. Nessa perspectiva, é
importante referir-se a cada criança pelo nome,
bem como que propicie condições de todas elas se
conhecerem pelos seus próprios nomes. Para isso,
várias atividades podem ser planejadas, com
destaque para as variedades de brincadeiras em que
se podem inserir os elementos do grupo,
propiciando que sejam trabalhados durante a
brincadeira. É uma oportunidade de trabalhar de
forma espontânea a interação, um dos
pressupostos básicos do desenvolvimento da
auto-estima.
3.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O que se percebe de um modo geral na escola
é que a competência do professor torna-se fator
de grandes discussões entre os profissionais em
educação e da sociedade de modo geral. As
reformas educacionais descritas na Nova LDB –
9.394/96 preestabelece as mudanças em relação a
pratica pedagógica, as quais são imprescindíveis
para que a educação brasileira apresente
resultados concretos em se tratando de
aprendizagem.
É importante que o professor perceba que
para desenvolver a auto-estima do aluno em relação
à prática de leitura escrita, ou mesmo em
qualquer outra atividade, é necessário que haja
mudança significativa em sua prática pedagógica.
As reformas em educação solicitam professores
que pesquisem sobre o real sentido da educação
para que, de posse desses conhecimentos possa
proporcionar ao aluno condições de desenvolver
suas competências e construir seu conhecimento
escolar.
A renovação da prática pedagógica é um
grande desafia porque leva o professor a
compreender que para ensinar é preciso aprender e
perceber que o conhecimento, a aprendizagem do
educando se desenvolve gradativamente. é por isso
que ele precisa ensinar e educar. Nesse sentido,
Coll
:
...A
realização de algumas tarefas escolares exige
que a criança “atenda” as explicações do
professor, outras repousam sobre o principio de
que o aluno deve executar uma série de instruções
precisas; outras outorgam uma importância crucial
a fato de que o aluno escolha o que fazer... Em
todos os casos citados, pretende-se que a criança
seja ativa...(p. 48)
O professor precisa ser capaz de
estabelecer uma diferença entre o que o aluno é
capaz de fazer e de aprender por si só. O olhar
do professor com essas perspectivas é que vai
criar situações de aprendizagens onde a criança
desenvolve espontaneamente sua auto-estima, a
partir de uma aprendizagem significativa dos
fatos, de conceitos, procedimentos e atitudes.
A prática da leitura e escrita para ser
uma concreta para a criança exige que o professor
tenha conhecimento de como se dá o processo de
desenvolvimento. As ações do professor educador
são imprescindíveis para a sua formação crítica
e reflexiva.
_______________
COLL,
César. Aprendizagem escolar e construção do
conhecimento. – Porto Alegre: Artmed, 2002.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
ARANHA,
Maria Lúcia de Arruda. História da educação. 2
ed. – São Paulo : Moderna, 1996.
BRASIL,
Ministério da Educação. Secretaria de Educação
Fundamental. PCN – Parâmetros Curriculares
Nacionais. Volume 02 – Brasília: MEC/SEF, 1997.
COLL,
César. Aprendizagem escolar e construção do
conhecimento. – Porto Alegre: Artmed, 2002.
FREIRE,
Paulo. Pedagogia da autonomia – Saberes Necessários
à prática educativa. 24 ed. – São Paulo: Paz
e Terra, 2002.
LIBÂNEO,
José Carlos. Adeus professor, adeus professora?
Novas exigências educacionais e profissão
docente. – São Paulo: Cortez, 1998.
Publicado
em 08/12/2009