|
Estudos mais recentes
sobre os processos lingüísticos e
psicolingüísticos envolvidos nos
processos de aquisição da linguagem
das crianças, no período escolar,
apontam o reconhecimento das
palavras escritas como o
passaporte das crianças para o
ingresso no mundo da leitura.
Aquelas crianças que reconhecem uma
palavra escrita diante um texto é
capaz de desenvolver uma competência
discursiva, imprescindível para uma
boa educação leitora e mais ainda
para conviver com os outros na
sociedade do conhecimento.
Ensinar os alunos a
reconhecerem as palavras escrita nos
livros, nos muros, nas placas, nos
ônibus, nos sites é, sem dúvida, a
principal missão educacional dos
professores de língua materna e da
escola de educação básica, isto é, o
de formar leitores hábeis durante o
processo de formação escolar.
O reconhecimento da
linguagem escrita não é, porém,
herança genética nem dádiva dos
céus. As crianças necessitam de
técnicas ou estratégias de
reconhecimento das palavras para a
leitura proficiente. O
reconhecimento da palavra envolve,
substancialmente, domínio dos
elementos fonéticos e estruturais
das palavras, regras de acentuação,
silabação e aquisição de um amplo
vocabulário visual. São nas
ambiências escolares, com o ensino
sistemático da língua materna dos
professores e o apoio dos pais, que,
fundamentalmente, levam as crianças
a aprenderem e reaprenderem o
reconhecimento da linguagem no mundo
da leitura e da escrita.
Sem reconhecimento da
palavra escrita, não é possível o
desenvolvimento da capacidade de
aprender, soletrar, decodificar e
compreender um texto escrito. Por
definição, reconhecimento da
palavra é o processo de
determinar a pronúncia e algum grau
de significado de uma palavra na
forma escrita ou impressa. Também
podemos definir o reconhecimento da
palavra como a identificação rápida
e fácil da forma, da pronúncia e do
significado apropriado de uma
palavra encontrada anteriormente em
texto escrito ou impresso. É o
reconhecimento da palavra que
aproxima o mundo da escrita do mundo
da leitura, a palavra escrita da
palavra falada, e faz com que a
leitura de um texto escrito
aprimore, por sua vez, o desempenho
lingüístico das crianças na escola,
desde a educação infantil à educação
básica.
Para o reconhecimento
da palavra escrita, são necessárias
as seguintes habilidades
lingüísticas:
|
(1)
Percepção da palavra
|
|
(2)
Identificação da palavra
|
|
(3)
Discriminação da palavra
|
|
|
A percepção das
palavras escritas
O processo de
reconhecimento da palavra requer do
leitor a percepção da palavra. Em
que consiste a percepção da palavra?
Consiste na identificação visual ou
auditiva de uma palavra e algum grau
de significado.
Graças à percepção da
palavra, o leitor tem o conhecimento
do significado apropriado de uma
palavra após sua identificação ou
reconhecimento. A percepção das
palavras dependerá, todavia, dos
significados que estão presentes na
identificação e no reconhecimento
das palavras.
O lingüista Ferdinand
de Saussure, no início do século XX,
viu nas palavras mais do que “ unidades
da língua escrita, situada entre
dois espaços em branco, ou entre
espaço em branco e sinal de
pontuação” ou “unidades pertencentes
a uma das grandes classes
gramaticais, como substantivo,
verbo, adjetivo, advérbio, numeral
etc., não levando em conta as
modificações que nela ocorrem nas
línguas flexionais, e sim, somente,
o significado” (visão gramatical).
As palavras vão além das categorias
gramaticais, especialmente os nomes,
substantivos, adjetivos e advérbios.
Para Saussure, as
palavras eram (e são) signos
lingüísticos, isto é, são unidades
lingüísticas constituídas,
socialmente, pela união de um
conceito, ou significado, e de uma
imagem acústica, ou significante,
geralmente, através de uma relação
arbitrária, pela qual não existe uma
semelhança formal entre o
significante e o significado.
O estruturalismo
saussuriano entendeu por
significante “imagem acústica que é
associada a um significado numa
língua, para formar o signo
lingüístico .Segundo o Mestre de
Genebra, essa imagem acústica não é
o som material, ou seja, a palavra
falada, mas sim a impressão psíquica
desse som. Com esta compreensão do
significante, nascia as bases da
psicolingüística, ramo da
Lingüística que estuda a relação
mútua entre o comportamento
lingüístico das pessoas e os
processos psicológicos que se
encontram, supostamente, por trás
deste comportamento. .
O lingüísta
franco-suiço entendeu que as
palavras tinham, do ponto de
perceptual, um significante, uma
imagem acústica, entendida como
sendo uma “face material, sensível
do signo lingüístico (significante)
ligada ao significado”. Para se
entender bem este conceito,
bastar-nos –á lembrar de palavras
que quando ditas ou ouvidas nos
sugerem nojo, repulsa, revolta ou
tristeza. Uma palavra ou frase de
efeito pode levar alguém a lágrimas
de alegria ou de tristeza.
Por outro lado, viu
Saussure, no signo lingüístico, um
significado, definido como “conteúdo
semântico de um signo lingüístico;
acepção, sentido, significação,
conceito, noção” ou, como
assinalariam, mais tarde, os
lingüistas contemporâneos,o
significado é a ”a face do signo
lingüístico que corresponde ao
conceito ou conteúdo”.
A rigor, só podemos
dizer que o leitor faz a percepção
da palavra quando é capaz de
encontrar certo grau ou matiz de
significado na palavra, daí
entendermos que o significado é
central no processo leitura muito
mais do que uma simples soletração
ou decodificação leitora. È através
do significado que o leitor poderá
compreender, através das palavras do
texto, o sentido possível, viável e
atribuído ao texto pelo autor. É
pelo significado que o leitor
constrói o sentido do texto.
A percepção da
palavra, através da identificação do
significado lingüístico, permite o
alcance do significado da palavra e
ao sentido do texto, na verdade, aos
sentidos textuais. Pelo menos, duas
formas de significado podem ser
decantadas através da percepção da
palavra: (1) significado
gramatical: noção semântica
que está contida nos morfemas
gramaticais de uma língua e que
é estabelecida dentro de um
determinado sistema lingüístico e
dele dependente e (2)
significado lexical,
recorte que a semântica de uma
língua faz na realidade
físico-bio-social e que constitui o
conteúdo dos morfemas lexicais
(raízes, semantemas, radicais etc.,
de substantivos, adjetivos, verbos e
advérbios.
Durante a leitura, se
o leitor percebe que uma palavra
traz um significado gramatical e
lexical terá as bases para a
compreensão literal do texto e
partir dessa competência poderá
inferir, ou seja, atribuir sentido
ao texto lido, portanto,
interpretá-lo.Encontrar sentido,
antes, durante e depois da leitura,
é na verdade, desenvolver a
faculdade de sentir ou perceber, de
compreender e de julgar o texto. À
luz da filosofia, diríamos que é o
sentido que nos permite captar uma
determinada classe ou grupo de
sensações, estabelecendo um contato
intuitivo e imediato com a
realidade, e assentando desta
maneira os fundamentos empíricos do
processo cognitivo. A leitura é um
ato cognitivo. Mais do que um ato de
produção de linguagem, sua
complexidade a torna uma habilidade
plenamente cognitiva.
Pensando no
compreensão literal, durante o
processo de leitura, o sentido
atribuído a um texto, no primeiro
momento, expressa-se como “ aquilo
que uma palavra ou frase podem
significar num contexto
determinado”. Em se tratando de
procedimentos de leitura, poderemos
falar em compreensão literal e
compreensão inferencial.
A compreensão
inferencial vai além do literal.
Enquanto a compreensão literal
possibilita a localização de
informações explícitas no sentido,
graças ao sentido que poderemos
fazer inferência, de modo a
permitir, por exemplo, a
identificação de informação
implícita, uma vez que identifica o
tema e distingue fato de opinião
relacionada a esse fato. |
|
A identificação das
palavras escritas
A identificação da
palavra escrita é o processo de
determinar a pronúncia e algum grau
de significado de uma palavra
desconhecida.
As habilidades de
identificação da palavra comumente
ensinadas são as seguintes:
v
análise fônica
v
análise estrutural
v
habilidades no uso de
dicionários
v
indícios de
configuração
v
indícios de
ilustração
v
indícios do contexto
|
|
A análise fônica na
identificação da palavra
No processo
ensino-aprendizagem da leitura, a
identificação das palavras ocorre a
partir dos sons da fala. O processo
de análise fônica envolve a
associação de sons da fala com
letras e a combinação desses sons em
sílabas e palavras. Na leitura
inicial ou na chamada decodificação
leitora, os leitores disléxicos, por
exemplo, deixam de desenvolver, com
proficiência, a habilidade de
análise fônica.
Em seu livro
Leitura: teoria, avaliação e
desenvolvimento (Artes Médicas,
1987), Mabel Condemarín e Felipe
Alliende afirmam que o
aperfeiçoamento das habilidades
envolvidas na análise fônica ajuda a
criança a obter a adequada pronúncia
das palavras.
É através da análise
fônica, segundo Mabel Condemarín e
Felipe Alliend (1987, p.99) que a
criança passa a dominar,
progressivamente, a ortografia de
sua língua materna e envolve, assim,
habilidades para a rápida
decodificação de palavras que
contenham:
·
Consoantes de duplo
fonema:c, g;
·
Consoantes de duplo
grafema (dígrafos): ch, lh, nh;
·
Consoantes seguidas
de U mudo, como: gue, gui, que, qui
·
Consoantes seguidas
de ü, como: güe, güi, qüe, qüi
·
Ditongos e encontros
vocálicos;
·
Encontros consonatais
complexos, como: obs, obv, str
·
Grupos consonantais,
como: br, dr, tr, fl,m bl e outros
|
|
A análise estrutural
da palavra
A teoria da linguagem
em muito pode contribuir para o
desempenho leitor em se tratando de
identificação da palavra. É o caso
da estrutura e formação das palavras
aqui, simplesmente, chamada de
análise estrutural. Se de
um lado, a pronúncia escorreita dos
fonemas e a consciência fonológica
ajudam na decodificação leitora,
isto é, na soletração da palavra,
diríamos que os morfemas são
fundamentais para a identificação
das palavras escritas. Que são
morfemas? Morfemas são,
lingüisticamente, as menores
unidades lingüísticas que possuem
significado, abarcando raízes e
afixos, formas livres (p.ex.: mar)
e formas presas (p.ex.: sapat-,
-o-, -s) e vocábulos
gramaticais (preposições,
conjunções)
Para o estruturalismo
norte-americano, o morfema pode ter,
ainda, outras manifestações, como a
ordem das palavras na frase,
indicando as funções sintáticas dos
constituintes, ou a entonação
sozinha, que pode mudar o sentido de
um enunciado: Você vai.
Você vai?
Eis os principais
tipos de morfemas relacionados com
a linguagem escrita e decantados
durante o processo leitor:
v
Morfema derivacional:
trata-se de um afixo que cria um
novo vocábulo, combinando-se com um
radical (p.ex., -eir, -o
em livreiro); afixo
derivacional
v
Morfema flexional:
o que é empregado na flexão
dos substantivos, dos adjetivos ou
verbos, sem mudar a classe da
palavra (p.ex., o -s do
plural em irmãs); afixo
flexional
v
Morfema gramatical:
um tipo de afixo que se acrescenta
aos radicais dos nomes e verbos para
expressar noções gramaticais de
número, gênero, caso, pessoa, tempo,
modo etc., ou vocábulo da gramática
como, p.ex., preposições, artigos e
partículas, que criam relações
gramaticais na frase.
v
Morfema lexical:
cada unidade, indecomponível em
unidades menores, pertencente ao
inventário ilimitado e aberto do
léxico [Aqui se incluem aquelas que
ocorrem independentemente e as que
só ocorrem combinadas com outros
morfemas (derivacionais ou
gramaticais), formando palavras.]
Durante a leitura, os
bons e maus leitores, inclusive os
que apresentam dificuldades no
aprendizado da leitura (dislexia),
para a identificação das palavras
escritas, terão que identificar os
elementos do significado das
palavras, como re e
ler na palavra
reler.
A análise estrutural
é poderoso auxiliar no entendimento
do significado de uma palavra como
um todo.
A análise estrutural
(vem da noção de estrutura da língua
ou das palavras) ou análise
morfêmica (vem de morfema), em
geral, envolve a identificação de:
v
Afixos:
infelizmente, onde in- é prefixo;
feliz, raiz e –mente, sufixo.
v
Contrações ou
aglutinações:
fidalgo (filho de algo)
v
terminações
flexionadas e derivadas
(desinências):
casas, casas, casinhas
v
Formas com hífen:
pé-de-moleque
v
Palavras compostas:
guarda-roupa ou girassol(sem hífen)
v
Raízes:
cabeleira vem de cabel-o
v
Silabação:
depósito (substantivo) X
deposito(verbo)
A análise estrutural
é usada como um recurso para a
pronúncia ou leitura em voz alta ou,
em combinação com a análise fônica,
em programas de análise das palavras
nos chamados métodos fônicos de
leitura, o mais indicado para os
casos de dislexia fonológica, isto
é, nos casos em que os disléxicos
apresentam dificuldade no
reconhecimento de palavras e na
correspondência de letras em sons da
fala (fonemas).
|
|
Os indícios de
contextos da palavra
No processo de
leitura, o indício do contexto
permite que os leitores tenham uma
informação do cenário textual
imediato que ajuda a identificar uma
palavra ou grupo de palavras, como
por meio de palavras, frases,
sentenças, ilustrações, sintaxe,
tipografia.
|
|
Os indícios de
configuração da palavra
Nas práticas de
leitura, particularmente nos anos
iniciais do ensino fundamental (1º a
5º ano, ou a partir dos seis anos),
o indício de configuração é
uma forma ou contorno que auxilia na
identificação da palavra. Em
especial, o padrão que as letras
fazem acima e abaixo do corpo
principal da palavra, como em
feliz, geléia, general, leitura.
Graças a essa habilidade é que
podemos distinguir os diversos tipos
de letras na escrita:
·
letra ascendente:
letra cuja haste preenche o ombro
superior do tipo, como o d,
l
·
letra caligráfica:
letra manuscrita, grafada com
elegância e harmonia, segundo certos
padrões de estilo ou de beleza e
excelência artística
letra
capital ou
capitular: letra grande, em
geral ornamentada, com que se inicia
um capítulo
·
letra de forma (ô):
a letra impressa;
letra de imprensa, letra redonda
·
letra de médico:
letra ruim, pouco legível
letra
descendente: aquela que
ultrapassa a parte inferior da linha
do tipo, como
g
·
letra garrafal:
caráter muito grande e legível
·
letra maiúscula:
letra de tamanho
maior e formato próprio, cuja
fonética é a mesma de sua
correspondente minúscula, sendo
geralmente, us. em início de
períodos e de nomes próprios e como
fator de destaque de certas
palavras; letra capital, letra
capitular, versal
·
letra média: aquela
que nem é
ascendente, nem descendente, como
a, c, m, r
etc.; letra curta
·
letra minúscula:
letra de tamanho menor em relação a
sua correspondente maiúscula e de
formato próprio, mais apropriado
para os textos em geral [É mais us.
do que a maiúscula, exceto no início
de período e de nome próprio.]
|
|
O uso de dicionários
Na identificação das
palavras, o uso de dicionários se
faz necessário à medida que
desenvolve, no leitor, habilidades
cognitivas relacionadas com a
linguagem, como identificar uma
palavra em um dicionário, na ordem
alfabética, em série, respeitando a
lógica da família lexical, que são
necessárias para muitos exercícios
ou atividades melingüísticas no
aprendizado da leitura e da escrita.
|
|
Discriminação das
palavras escritas
A discriminação das
palavras pode ser definida como o
processo de notar diferenças em
palavras, especialmente em seus
contornos visuais ou formais visuais
em geral. Para que isso, seja
possível, os leitores proficientes e
menos os leitores disléxicos, devem
notas semelhanças e diferenças nas
formas ou formatações das palavras
escritas.
Ao certo a
discriminação visual, entendida como
o processo de perceber semelhanças e
diferenças em estímulos por meio da
visão, especialmente de textos. Sem
esta capacidade as crianças,
especialmente as disléxicas, trocam
grafemas (letras) simétricas como
Durante o ensino
sistemático da caligrafia, na
educação infantil e nos anos
iniciais do ensino fundamental, os
professores devem levar em conta que
a habilidade caligráfica está muito
relacionada com a destreza e o
automatismo das crianças em desenhar
algumas formas básicas e
geométricas. Vejamos o quadro a
seguir q relação entre forma
geométrica e signo alfabético:
|
Quem é capaz, na
educação infantil, de copiar ou
desenhar as seguintes figuras: |
Desenvolverá, nos
anos iniciais do ensino
fundamental, a habilidade grafar
as seguintes letras minúsculas e
maiúsculas do alfabeto
|
|
UM CÍRCULO
(aos 3 anos de
idade)

|
a b c d e g o p q
u h
m n s |
B C G O P Q U D S
|
|
UMA CRUZ (aos 4
anos de idade)
 |
v x z t
|
T X Z
|
|
UM QUADRADO (aos
5 anos de idade)

|
t f z i j l r
|
A E F H I L M N P
R
|
|
UM TRIÂNGULO (aos
5 anos e 6 meses de idade)
 |
v x z
|
A V X Z
|
|
UM LOSANGO (aos 6
anos de idade, quando ingressa
no ensino fundamental)
 
|
v x z
|
V X Z N N H I J L
|
Por
isso, um aspecto psicopedagógico
desta capacidade de processamento é
o de adquirir sensibilidade aos
traços distintivos de materiais
impressos comuns, como as letras,
palavras e frases. Segundo Theodore
L. Herris e Richar E. Hodges, em seu
Dicionário de Alfabetização:
vocabulário de leitura e escrita
(Artes Médicas,1999, p.84), não
desenvolvem a habilidade de
discriminação visuais deixarão não
farão o processamento mais rápido e
acurado dos textos escritos.
|
Sugestões de leitura
|
1.
COLOMER, Teresa,
CAMPS, Anna. Ensinar a ler,
ensinar a compreender. Tradução
de Fátima Murad. Porto Alegre:
Artmed, 2002.
2.
CONDEMARÍN, Mabel,
ALLIENDE, Felipe. Leitura:
teoria, avaliação e desenvolvimento.
Porto Alegre: Artemed, 1987.
3.
CONDEMARÍN, Mabel,
MEDINA, Alejandra. Avaliação
autêntica: um meio para melhorar
as competências em linguagem e
comunicação. Tradução de Fátima
Murad. Porto Alegre: Artmed, 2005.
4.
ELLIS, Andrew W. Leitura, escrita
e dislexia: uma análise
cognitiva. 2ª ed. Tradução de Dayse
Batista. Porto Alegre: Artmed, 1995.
5.
GRÉGOIRE, Jacques,
PIÉRART, Bernadette. Avaliação
dos problemas de leitura: os
novos modelos teóricos e suas
implicações diagnósticas. Tradução
de Marian Regina Borges Osório.
Porto Alegre: Artmed, 1997.
6.
GUIMARÃES, Sandra Regina Kirchner.
Aprendizagem da leitura e da
escrita: o papel das habilidades
metalingüísticas. São Paulo: Vetor,
2005.
7.
KATO, Mary. O aprendizado da
leitura. São Paulo: Martins
Fontes, 1999.(Coleção Texto e
Linguagem).
8.
KLEIMAN, Ângela.
Oficina de leitura: teoria &
prática. Campinas, SP:
Pontes, 2001.
9.
MARTINS, Vicente. O método fônico na
alfabetização de crianças. In
CLEBSCH, Júlio. Educação 2008:
as mais importantes tendências na
visão dos mais importantes
educadores. Curitiba: Multiverso,
2008.
10.
SMITH, Frank.
Leitura significativa. 3ª
Ed.Tradução de Beatriz Affonso
Neves.Porto Alegre: Artmed, 1999.
|
Publicado
em 02/07/2008
|
Outros artigos do autor:
>
A guerra dos métodos na alfabetização
Vicente Martins
>
Passaporte da leitura: como as crianças entram no mundo da
linguagem
Vicente Martins
>
Dislexia em sala de aula
Vicente Martins
>
Aprender os sons da fala ajuda na
hora de ler
Vicente Martins
|